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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Em 2010...

Bom, 2010 acordou. Fizemos nossa estreia no ano passado, em dezembro, parece muito, mas foi apenas  há pouco mais de um mês. A peça precisa se testar, se quebrar, bater de cara com os públicos, se recriar.

Por isso, toda vez que sento para pensar se é necessário já fazer alguma alteração, acho que me surpreendo, porque não. Não devo pensar assim sobre alterar a obra. Devo me surpreender com a surpresa da alteração, com o tamanho da necessidade. O diálogo agora com os atores será pelo essencial. Que movimento é aquele que ficou mais perto? Ele quem reinvindicou essa aproximação? [...] Quero ver a peça falando sozinha.

Daí eu escrevo 'peça' e o tempo de duração me dá uma estremecida. É uma peça? É um esquete? É o quê? Gente, é uma peça. Sua duração é de trinta e cinco minutos. Não há outra colocação que possa ser feita. É uma experiência para a qual convidamos o espectador, qualquer um, e vejamos o que este encontro pode gerar. Duração não é definição de gênero, não é definição de nada (exceto do tempo).

No mais, uma imagem para sugerir a necessidade do encontro.

                 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

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domingo, 6 de dezembro de 2009

# 29

29 de novembro de 2009 - S.404/UNIRIO - 10h/14h
dan marins, diogo liberano e natássia vello.

. neste encontro fizemos apenas dois passadões e mais ajustes. a mesma idéia do ensaio anterior, responsabilizar os atores por aquilo que eles sabem que deve ser feito. as melhorias estavam ficando visíveis. trabalhamos as brigas de casal, por assim dizer;

. a natássia trouxe um tom mais grave para a voz, o que provocou uma guinada no todo, assustador. ela ficou menos frágil e o jogo ganhou mais em relação. pontuei ao dan alguns momentos em que o descontrole do personagem dele poderia aparecer, sob uma forma mais grave, mais gritada mesmo;

. depois destes ensaios de sábado e domingo, tive que ir para a faculdade finalizar o cenário, que não ficou pronto até o dia da apresentação.