18 de setembro de 2009 - Casa da Natássia - 10h/14h
dan marins e natássia vello.
dinâmicas para criação de uma partitura a ser apresentada no ensaio de sexta (18/09) de 18h30/19h30 na sala 11 da eco/ufrj.
- vocês deverão criar uma partitura da qual os dois façam parte;
- utilizem para isso, ações físicas, gestos e movimentos;
- a partitura deve ter 6 minutos;
- ela é uma fisicalização do trecho número 7 do texto (página 10 - ELE: Quantas vezes te pergunteio... até página 13 - ELE: ... É o meu triunfo);
- fazer 3 referências ao trecho 5/6 (3 referências ao que acontece da página 8 a 10);
- fazer 2 referências ao trecho 3/4 (2 referências ao que acontece da página 4 a 8);
- fazer 1 referência ao trecho 2 do texto (1 referência a alguma coisa que acontece da página 2 a 4);
- vocês devem fazer uma referência à platéia;
- para a construção da partitura, retomem as noções de: horror/afeto; vazio/intensidade; pas-de-deux e sobrevivência/sobrevida.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009
# 7
15 de setembro de 2009 - Cantina da UNIRIO - 10h/13h
dan marins, diogo liberano, jéssica baasch e natássia vello.
encontro no qual decupamos o texto de pavlovsky em pequenas unidades. discutimos um pouco sobre o efeito kuleshov e sobre a construção de uma partitura que pudesse ser repetida inúmeras vezes dentro do espetáculo.
fechamos a data das apresentações para os dias 02 e 03 de dezembro de 2009. duas apresentações integrando a AMOSTRA GRÁTIS 2009, sempre às 19h, na quarta e na quinta.
o texto foi dividido em oito partes, em oito capítulos.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
# 6
08 de setembro de 2009 - UNIRIO - Sala 604 - 10h/13h30
dan marins, diogo liberano, jéssica baasch e natássia vello.
trabalho relacional entre os dois atores. a partir dos pares silêncio/nome e vazio/intensidade. quando estivessem em contato, deveriam jogar com a lógica de pas-de-deux. quando separados, com a lógica sobrevivência/sobrevida.
discussão sobre o filme "anticristo", de lars von trier. toda a equipe assistiu, começamos a traçar paralelos, buscar relações com o universo de PDD. foi proposta uma improvisação: ela deveria acontecer em três momentos:
natássia trouxe a pergunta:


dan marins, diogo liberano, jéssica baasch e natássia vello.
trabalho relacional entre os dois atores. a partir dos pares silêncio/nome e vazio/intensidade. quando estivessem em contato, deveriam jogar com a lógica de pas-de-deux. quando separados, com a lógica sobrevivência/sobrevida.
discussão sobre o filme "anticristo", de lars von trier. toda a equipe assistiu, começamos a traçar paralelos, buscar relações com o universo de PDD. foi proposta uma improvisação: ela deveria acontecer em três momentos:
início: apropriação de alguma discussão travada no filme;
meio: introdução da noção de perda (que tanto em PDD como no filme parecem mover todo o resto);
fim: acréscimo de algum trecho representativo da própria peça, costurando a improvisação.o ensaio nos serviu muito em termos de discussão sobre o material base. ele se vê obrigado a matá-la? um casal, terapia, inversão dos papéis (a mulher que de vítima vira agente da violência). a obsessão, extremos vários ao mesmo tempo e cruzando os mesmos corpos. não perder de vista a leitura sexual de PDD.
natássia trouxe a pergunta:
QUAL É A PERDA DE PDD?
especulamos respostas: perda da liberdade (que nos lança diretamente numa conjuntura sócio-política muito específica - a ditadura); perda da noção de dois; perda dos limites (abuso de poder, obsessão do amor); perda da obsessão...jéssica sinaliza para a necessidade de explorarmos a violência dela n'ele. um pouco de violência e um pouco de erotismo.


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